Como entregar seus produtos para os clientes. Qual a melhor opção?

No período de isolamento social e agora com o retorno gradual do comércioa procura por delivery disparou. Os empresários que já ofereciam essa alternativa tiveram que rever a forma mais vantajosa de otimizar as entregas, e aqueles que não dispunham, precisaram avaliar o melhor caminho para o seu negócio. Afinal, como entregar seus produtos para os clientes? Qual a melhor opção, contratar um entregador próprio ou investir em entregas terceirizadas?! Vamos considerar alguns pontos: 

É importante lembrar que os consumidores têm optado pelas compras com maior facilidade e segurança, principalmente nesse contexto de pandemia. Aqueles que estão cumprindo a quarentena só saem em caso de necessidades essenciais, como ir ao supermercado, por exemplo. Implantar um sistema de entregas na sua loja talvez seja uma solução para esse público, promovendo maior conexão e mostrando que o seu negócio tem empatia e responsabilidade. 

Antes de tomar uma decisão, pense no seu modelo de negócio e na demanda que existe para as entregas – ou faça um estudo das possibilidades. Caso você ainda não trabalhe com o delivery, o primeiro passo seria divulgar essa nova modalidade antes de optar por um motoboy próprio. Contratar um entregador para a sua loja envolve questões e encargos trabalhistas, além da manutenção do veículo de entrega por parte da empresa. Essa opção pode ser viável a longo prazo, conforme aumentar a procura e o volume de entregas.  

Contratar um motoboy autônomo, em um primeiro momento, pode ser um desafio e tanto, pois será necessário pedir indicações para que encontre um profissional responsável e que represente bem a sua empresa – já que nesse caso ele será o único em contato direto com o consumidor. Dica: Realize um processo seletivo e opte por um entregador que tenha experiência e boa reputação – converse com outros empresários e avalie mais de uma proposta antes de fechar a parceria. 

Com motoboys terceirizados, normalmente gerenciados por uma empresa especializada, expande a possibilidade de atender mais regiões, com uma cobertura maior, e você não terá problemas com faltas, porque sempre haverá profissionais à disposição das suas entregas – além de que pagará apenas pelo o que for prestado ao seu negócio. Pode ser que nem tudo saia conforme planejado, até porque não há uma relação direta do entregador com a sua loja. 

Visto esses aspectos, temos uma sugestão: 

Hoje em dia os vendedores têm um papel especial além de vender, são considerados consultores do seu cliente. É possível fazer um acordo com eles para que entreguem os produtos diretamente nas mãos do consumidor, seguindo todas as normas de segurança. Isso garante um atendimento personalizado e que a imagem do seu negócio seja preservada, já que os colaboradores conhecem a dinâmica. Também é um contato mais próximo e humanizado nesse momento de incertezas. 

Caso a parceria seja feita com os vendedores, é preciso conversar com clareza para evitar possíveis problemas desnecessários. Combine a remuneração, comissão e outros detalhes. É uma forma de manter a equipe e aproveitar toda a cadeia da loja física. Não se esqueça de ter um controle de toda a cadeia de logística, criando estratégias para melhor atender o seu cliente.  

É importante fazer um pós-venda de qualidade, para que as entregas e a percepção do cliente não sejam afetadas – envie pesquisas de satisfação, mande uma mensagem ou ligue para saber se tudo saiu como esperado.  

Gostou dessas dicas? Clique aqui e assine nossa newsletter para receber mais estratégias do varejo. 

Compartilhe:
image

Loja de shopping X loja de rua – o que vai acontecer?

Em tempos de covid-19 e todas as mudanças ocasionadas pela pandemia, é complexo fazer uma previsão exata de como serão os próximos dias no varejo. Enquanto não há uma vacina para lidar com a questão de saúde pública, os lojistas terão que seguir pensando em estratégias que fortaleçam o seu negócio. É aí que surge a dúvida: loja de shopping X loja de rua – o que vai acontecer?  

Com a retomada gradual dos comércios, que na maioria das cidades tem funcionado com horário de funcionamento reduzido e diversas restrições, praças de alimentação, cinemas, teatros e outros espaços dos shoppings – que antes aglomeravam pessoas, estão proibidos de retomar às atividades nos próximos meses. Esses ambientes, de alguma forma, eram estímulos para que as pessoas visitassem os centros comerciais, por isso houve uma queda drástica desses passeios e consequentemente no consumo das lojas. 

Alguns varejistas acreditam que essa é a grande oportunidade de fortalecer as lojas de rua, pois esses locais terão meios de atender os consumidores com mais segurança. Além disso, é uma forma de retornar aos costumes antigos, em que só existiam os comércios de bairro e as pessoas valorizavam ainda mais essas relações. Pode ser que essa tendência se instale rapidamente e é preciso que você esteja preparado.  

Sempre reforçamos aqui que isso não quer dizer que os shoppings serão extintos, muito pelo contrário, esses grandes centros terão que repensar as estratégias internas e rever as condições que oferecem aos lojistas. As taxas elevadas praticadas acabam influenciando bastante em momentos de crise como o de agora. Para os lojistas que apreciam o varejo e trabalham atentos às inovações, os comércios de bairros podem ser uma possibilidade de fortalecimento neste período de transformação. 

O período acarreta uma descentralização do comércio, colocando foco nos lojistas de rua. Conheça as vantagens e desvantagens do comércio nos bairros: 

  • A loja de rua tem um custo 30% menor do que a loja de shopping; 
  • É possível estabelecer um relacionamento mais próximo com os consumidores, o que gera fidelização; 
  • O varejo de rua tem maior liberdade e flexibilidade em fazer alterações na sua loja, atendendo às expectativas do seu público; 
  • Da mesma forma ocorre com as mudanças de horários – lembrando que no momento as lojas seguem funcionando com horário reduzido por conta do coronavírus; 
  • Espaço limitado de estacionamento e falta de segurança; 
  • O investimento de divulgação e marketing são de responsabilidade do lojista. 

Vale ressaltar que os comércios de rua favorecem a circulação da economia local, contribuindo com o crescimento e desenvolvimento da região. Sem contar que podem trazer soluções aos moradores do bairro, que provavelmente vão optar por comprar um produto próximo de casa, sem encarar longas distâncias. Com toda essa situação, é possível que o consumo se torne mais consciente e você tenha que colocar na balança o que mais vale a pena.  

E você, tem alguma previsão do varejo para esse período de crise? Se quiser mais dicas, clique aqui e tenha acesso ao nosso conteúdo! 

Compartilhe: